no Extremo Oriente ...à descoberta de um novo mundo
Quinta-feira, 1 de Fevereiro de 2007
Pagar a renda
28 de Janeiro

Nesta altura já pagámos a renda. Finalmente conseguimos levantar as notas necessárias. Nunca tinha visto tantas notas juntas...para os chineses parece muito dinheiro, são notas de 100 RMB que para nós são 10 euros. Como eles ganham muito mal, qdo pagamos com estas notas os chineses verificam sempre se são notas falsas. Os chineses têm a mania da pontualidade, mas é uma pontualidade que chateia, poque se combinamos com eles às 10, imaginemos, às 9h45 eles já estão no sítio combinado, o que é irritante. Mas enfim, lá temos que nos habituar a estas regras malucas.

 Primeira incursão no Mercado da Seda, o paraíso para qualquer mulher e mesmo para aqueles, raros, homens que gostam de ir às compras. O mercado tem 4 pisos acho eu, um de cada coisas, com mini stands. Um piso só de malas e sapatos, contrafacção de Louis Voiton e afins, outro só de roupa e onde se podem mandar fazer fatos à medida por 70 euros, em cachemira, note-se, um de pérolas e tudo o que possam imaginar. Mas....é preciso regatear e muiiiiiito. Aquilo é cansativo à brava. E depois agarram-nos, e quase que choram para comprarmos, pedem sempre preços exorbitantes pelas coisas, para podermos negociar. É preciso muita paciência, mas vale a pena porque tem imensas coisas para comprar e baratinhas.

Há mais mercados claro, mas ainda não houve tempo para explorar. E este foi porque realmente estava a precisar de uma farpela para receber o Sr. Primeiro Ministro que nos vem visitar a este país (razão tb pela qual, as minhas horas de sair do trabalho terem vindo a ser tardias)

Hoje chegaram 2 das últimas participantes nesta aventura pequinesa, e ao que sei também vão morar no mesmo prédio, ou seja, temos uma comunidade portuguesa contacteante montada no edifício. Ainda falta o Gonçalo, mas ele vai morar numa casa que fica perto da empresa para onde vai estagiar, e ainda não se sabe muito bem quando é que ele vem.

Ontem, fizémos pela primeira vez um jantar caseiro, depois de uma das equipas em que nos dividimos ter ido ao IKEA comprar os utensílios de cozinha e outra (eu e o Nuno) termos ido ao Carrefour comprar a própria da comidinha. Vim de lá estoirada, aquele supermercado é de pôr os cabelos em pé, uma tamanha confusão e gritaria que não se aguenta. Temos que passar a ir durante a semana porque ao sábado é horrível.

As compras de material de cozinha porque estas casas a alugar na China estão desprovidas deste tipo de coisas (devem achar que não são fundamentais, sei lá), nem ferro de engomar nem nada. Já ter uma tábua muita sorte, portanto, tive que comprar um ferro, o mais barato que havia (mas tem vapor!!!), secador de cabelo, que isto de andar com o cabelo molhado e agarrado à cabeça já não se aguenta e um maravilhoso estendal da roupa (próximo elemento decorativo da sala, tendo em conta que não há outro local para o por) que ainda por cima já vinha partido, mas que lá se conseguiu montar, porque entre tentar montar aquilo partido e tentar ir lá explicar que já estava partido, a primeira opção pareceu-nos de facto a mais viável, dada a dificuldade de entendimento do costume.



disse anliang às 11:55
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