no Extremo Oriente ...à descoberta de um novo mundo
Domingo, 5 de Agosto de 2007
Comunismo...

Acho que esta notícia, pelo seu tema, deveria constar do "portfólio" do meu blog, já que na sequência do post anterior, (Des)Pudores), se mostrava mais um pouco desta cultura. O que se segue, não me parece ser tanto uma questão de cultura, contudo, para que pr'aí para esses lados percebam um pouco mais do que  por aqui se passa, aqui fica.


Pregnant students can stay on

 

(Shanghai Daily)
Updated: 2007-08-05 09:49

Chinese universities and colleges are no longer allowed to kick out married students who get pregnant or give birth, according to a statement posted on the Website of the country's family planning regulator yesterday.

However, pregnant students are encouraged to suspend their studies to ensure they stay healthy, said the joint statement by China's National Population and Family Planning Commission, Ministry of Education and Ministry of Public Security.

And universities and colleges must strengthen education on the family planning policy and sexual knowledge, including contraception, the statement said.
Schools are asked to tell their students to focus more on their studies and be cautious about love affairs and marriage.


Early last year, a dismissed medical college student won a discrimination case against her school for expelling her because she gave birth while still taking courses.
Wang Hongjie won the suit and got her master's degree from Mudanjiang Medical College in northeast China's Heilongjiang Province.

Under Chinese law, women can marry at 20 and men at 22. But brides over 23 and grooms over 25 are commonly considered to be later marriages, which is officially encouraged.


Students were forbidden to marry until the law was changed in September 2005.

Yesterday's statement also requires colleges to hire people to track married students on campus and help them.
Student couples who give birth will be issued certificates after they registered their baby with colleges, and the information on the certificate will be recorded on the students' personnel files.

Local police stations are asked to register the newborn child by giving them a "hukou" - a certificate of residence.


sinto-me: Sem palavras
música: Bob Marley

disse anliang às 08:17
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1 comentário:
De Jorge Pires a 7 de Agosto de 2007 às 11:03
Por coincidência no dia em que leio este post (terça 7.8.07) saiu esta notícia:

A Amnistia Internacional alertou o Governo chinês para, a um ano dos Jogos Olímpicos de Pequim, estar a ficar sem tempo para cumprir a promessa de promover os direitos humanos como parte do legado das olimpíadas. “A não ser que as autoridades chinesas tomem medidas urgentes para parar com as violações de direitos humanos no ano que se segue, arriscam-se a manchar a imagem da China e o legado dos Jogos Olímpicos de Pequim”, disse a secretária-geral da organização de defesa dos direitos humanos, Irene Khan, num comunicado. As declarações de Irene Khan seguem-se à última avaliação da organização sobre os progressos da China relativamente à promessa de melhorar os direitos humanos antes dos Jogos Olímpicos de Pequim em Agosto de 2008. O relatório da Amnistia Internacional, «China: Contagem decrescente para as Olimpíadas – um ano para cumprir as promessas de direitos humanos», centra-se nas questões da pena de morte, detenção sem julgamento, activistas de direitos humanos e liberdade de imprensa.
A Amnistia Internacional constatou que “vários activistas em Pequim continuam a ser alvo de «prisão domiciliária» e apertada vigilância policial”, enquanto noutras partes da China cresce o abuso sobre os activistas dado a atenção estar virada para Pequim devido às olimpíadas. O relatório revelou ainda uma campanha repressiva sobre os jornalistas, que mais recentemente se alargou ao encerramento de algumas publicações, bem como a continuação de detenções sem julgamento “como parte das operações de «limpeza» da cidade de Pequim para os Jogos de 2008”. “A campanha repressiva sobre os defensores dos direitos humanos e os media nacionais continua a ensombrar as reformas positivas no que se refere à pena de morte e à cobertura dos media estrangeiros na China”, refere a Amnistia.

Em concreto…
Ontem mesmo, a polícia de Pequim deteve durante cerca de uma hora um grupo de jornalistas estrangeiros que fazia a cobertura de um protesto organizado por um grupo internacional de defesa da liberdade de imprensa. No final do protesto de um grupo de representantes da associação Repórteres Sem Fronteiras (RSF), que se manifestava contra as apertadas medidas de controlo governamental nos media, mais de 20 polícias vestidos com uniforme impediram os jornalistas de abandonar o local, sem dar qualquer explicação. O protesto, que aconteceu num parque de estacionamento situado em frente à sede do Comité de Organização das Olimpíadas de Pequim, do lado oposto da estrada, seguiu-se a uma breve conferência de imprensa em que a RSF pediu a libertação de cem jornalistas chineses e dissidentes cibernautas que se encontram detidos em prisões chinesas. Segundo um repórter da France Press que integrava o grupo, os jornalistas apenas conseguiram sair do local após contactos telefónicos com o Ministério dos Negócios Estrangeiros, enquanto os operadores de câmara foram impedidos também de captar imagens.

Pena de morte
Em relação à pena de morte, a Amnistia assinala positivamente declarações recentes de responsáveis do Supremo Tribunal acerca da necessidade de maior transparência e de critérios uniformes para a determinação de sentenças de morte. No entanto, a organização exorta as autoridades a aumentarem “o acesso à informação sobre indivíduos condenados a penas de morte, sobretudo para advogados e familiares, e publicando estatísticas nacionais completas sobre as sentenças de morte e execuções”. “A aplicação da pena de morte na China – o maior executor – continua envolta em segredo”, disse Irene Khan. “Transparência total é essencial para evitar erros judiciários e dar ao público chinês informação suficiente para alcançar conclusões informadas sobre a pena de morte. Só a publicação de estatísticas nacionais completas sobre a aplicação da pena de morte na China será suficiente”, adiantou a secretária-geral da Amnistia.

adaptado do jornal Primeiro de Janeiro, 07.08.2007


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