no Extremo Oriente ...à descoberta de um novo mundo
Quinta-feira, 25 de Outubro de 2007
China à vista
A China está na moda. Até agora não sabia muito bem o que seria isso de um  país estar na moda, até porque o conceito, diga-se, é recente, mas desde que cá estou comecei a perceber muito bem o significado desta expressão. Neste momento Pequim, entre outras grandes cidades chinesas, além da normal recepção de multinacionais que vêm aproveitar a quantidade de trabalhadores disponível e os baixos salários que se praticam nesta terra, recebem delegações empresariais que vêm estudar o mercado, ver como é a China, como são os chineses para além dos que conhecem na Europa e que abrem os restaurantes e as típicas lojas chinesas que comerciam tudo o que se possam lembrar. As festividades e celebrações com nomes internacionais também estão por cá aos montes, basta ver a divulgação em massa que Espanha este ano faz, celebrando "O ano de Espanha na China"

Obviamente que foram, em primeiro lugar, os Jogos Olímpicos os precursores deste súbito interesse pelo país do meio, também a ténue abertura da China ao exterior e a todos os vícios ocidentais  que entretanto se instalaram, creio eu, para ficar. A pressão dos países que por cá dominam é imensa, quer na abertura de novos restaurantes, nos bares e nos espaços que modernamente abarcam as ideias e conceitos que chegam do exterior. A vontade de fazer dinheiro fácil, rápido é um dos motores de investimento que por cá existem, mas também a vontade de conhecer e desbravar uma sociedade, que conservadoramente se tenta aos poucos despir de preconceitos é tida em conta.

Nos empresários portugueses que por cá passam e com quem falo, vejo vontade de conhecer, de saber, de perceber como funciona este gigante, como se passam os negócios, que targets deverão ser atingidos ou os que estão em maior ascensão ou os que terão garantias de sucesso e retorno, contudo o desconhecimento da China em relação ao nosso país é enorme. Não se esperam facilidades, mas penso que se tem que insistir, que se tem que tentar mais, que os grupos de empresários deverão antes de mais perceber os contextos, delinear uma estratégia, como há dias me dizia umas destas pessoas, porque qualquer plano de ataque sem estratégia estará votado ao insucesso, uma vez que a planificação é sempre a base de tudo o que se quer concretizado. Que não se esperem retornos imediatos ou sucessos fantásticos, que não se esperem apostas ganhas à partida sem antes ter chegado, porque a sabedoria de todos é escrita pela experiência e nunca pela aventura inconsequente. Negócios da China farão sentido para quem os souber construir!

sinto-me: Rezingona

disse anliang às 03:59
link do post | Digam o que quiserem | favorito
|

3 comentários:
De Jorge Pires a 10 de Novembro de 2007 às 17:34
Hi Alex, back to, at least, a comment! :-)

A respeito do gigante onde vives, poderás vivenciar ainda mais essas relações com portugas e outros ocidentais.

É que - certamente saber-se-á na AICEP - o nosso primeiro-ministro José Socrates volta a esse país este mês para a cimeira UE-China dado Portugal ocupar a presidência europeia.


De anliang a 13 de Novembro de 2007 às 07:51
Boa Jorge!!!Ainda bem que voltaste. Claro que sei que ele vai cá estar, afinal estamos aqui a organizar tudo. Beijinhos


De Jorge Pires a 18 de Novembro de 2007 às 04:26


Comentar post

Quem sou eu?
Roteiro de Viagem

Até Breve...

2008

The very last countdown

Cores

Macau e Hong Kong finally

Confissões

Papéis

Compras e mais compras

Home alone, almost China ...

Entendimentos a Oriente g...

Countdown...

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Outubro 2007

Setembro 2007

Agosto 2007

Julho 2007

Junho 2007

Maio 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Área da Cusquice
Que horas são aqui?
E que horas são aí?
Os Cuscos
   
Janeiro 2008
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5

6
7
8
9
10
11
12

13
14
15
16
17
18
19

20
21
22
23
24
25
26

27
28
29
30
31


blogs SAPO
subscrever feeds