no Extremo Oriente ...à descoberta de um novo mundo
Segunda-feira, 23 de Julho de 2007
Banalidades de fim de semana
A noite de sexta feira foi mais do que animada. O vinho tinto português regou o jantar de despedida do Gustavo, mais um, é verdade, este muito mais divertido, com muita música à mistura.

Sábado, depois de um almoço no MacDonalds e de uma viagem mais do que apertadinha no metro de Pequim, chegámos ao destino: Capital Museum , para apreciar Gaudí e as suas obras avançadas no tempo. Impressiona o poder de criação de tal mestre, em tempo longínquo e com uma forte extemporaneidade em cada "peça de arte" que criou.

O próprio edifício é fantástico, enorme, amplo, muito apelativo para passar umas horas a ver e absorver arte, seja ela ocidental seja oriental, patente estava também, uma das colecções permanentes da Galeria, a História da Cidade. Mais havia para ver, mas o tempo era curto. O jantar foi português e no 22, com música apropriada. Convidámos todos os portugueses que conhecemos para jantar e conviver em espírito contacteante .

O Domingo, de acordar tardio, como aliás tem sido nestes últimos tempos que tratamos por tu a cidade e achamos que estamos tão em casa como antes em Portugal, num qualquer Domingo de recuperação de farra. Almoço no Italiano, uma Ciabatta para repor energias e uma volta até ao centro da cidade, ver Xidan , zona de compras por excelência da população local. Impossível gostar do que quer que fosse, porque apesar de mais do que integrados, continuamos com conceitos de moda muito distintos. Enfim...valeu pela visita à Livraria de Xidan , que mais parece um centro comercial de livros, pois nos seus 4 pisos se repartem tudo o que é literatura, livros técnicos e o que mais houver neste sector. A livraria estava cheia de gente, assim como as ruas e os parques inerentes. Consegui comprar o dicionário, principal razão que me tinha lá levado. DE facto estamos noutra dimensão, e se por vezes alguma dúvida tivéssemos, basta sair à rua ao fim de semana e visitar um qualquer distrito que não seja o nosso, Chaoyang , para nos apercebermos que de facto, 15 milhões de pessoas têm que estar em algum sítio e que também a dimensão dos lugares tem que ser ajustada a estes números.

música: Ala dos Namorados - Loucos de Lisboa

disse anliang às 07:26
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1 comentário:
De Jorge Pires a 23 de Julho de 2007 às 14:22
Num país onde a liberdade de expressão não é igual à do Ocidente, que diferenças notaste - tipo de livros - entre a grande livraria que referiste e as portuguesas?


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